quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Não visitem circos que usam animais nos espetáculos.




Não visitem o Circo Portugal Internacional

Esses animais são presos em cativeiro e muitas vezes são mau-tratados, além de receberem alimentação inadequada, pois a alimentação de um tigre, um elefante, um urso ou mesmo um leão é bastante dispendiosa. Os animais ficam presos em espaços pouco maiores do que o próprio corpo por toda a vida, pois só saem das jaulas para os treinamentos e para as apresentações.

5 Razões para a proibição do uso de animais em circo:

-Animais em circos sofrem uma vida inteira de maus tratos, seus treinamentos são desumanos com o uso de chicotes, choques...;
-Animais em circos passam suas vidas em espaços muito pequenos com alimentação inadequada e em constante transporte, causando-lhes alto grau de stresse;
-Animais em circos podem transmitir doenças;
-Animais em circos expõem as pessoas a riscos imprevisíveis pois não é possível prever como um animal estressado irá reagir em determinada situação;
-Animais em circos estimulam o tráfico de animais selvagens ao redor do mundo;
Circos sem animais valorizam seus artistas e prestigiam o ser humano.

Um grande passo: o Projeto de Lei pela proibição federal do uso de animais em circos (PL 7291-2006 – na forma do seu substitutivo) foi aprovado, por unanimidade, pela Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Câmara dos Deputados.
O PL segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e precisamos continuar pressionando os parlamentares.
Lamartine dizia que "entre a brutalidade para com o animal e a crueldade para com o homem a uma só diferença: A vítima"

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Ranking dos carros mais e menos poluidores


MMA e Ibama classificam carros por emissão de CO2 e poluentes.

O cidadão passa a contar com dois instrumentos para conhecer as emissões de gás carbônico e de outros poluentes por carros de passeios: a Nota Verde e o indicador de CO2 que o Ministério do Meio Ambiente e o Ibama lançam hoje.

Por enquanto, os dados disponíveis referem-se a modelos produzidos em 2008 e podem ser acessados pelos sites do ministério (www.mma.gov.br) ou do instituto (www.ibama.gov.br). Brevemente, as mesmas informações sobre emissões dos carros fabricados em 2009 também serão divulgadas.

A Nota Verde, criada pelo Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores – Proconve/Ibama, varia numa escala de 0 a 10. Quanto maior a nota de um carro, menor o seu índice de emissão de monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio.

Já com o indicador de CO2, o consumidor obterá informações sobre emissão de gás carbônico por quilômetro rodado pelo carro. A escala vai de 5 a 10, com uma casa decimal de precisão. Aquele que emitir menos CO2 receberá nota 10.

Para fazer uma consulta e obter informações sobre o seu carro clique aqui.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Cerrado em Pauta


No Dia Nacional do Cerrado, comemorado em 11 setembro, a Prefeitura Municipal lançou oficialmente o projeto de Monitoramento dos Recursos Hídricos de Anápolis. O evento aconteceu no hall de entrada do Teatro Municipal, com a presença do prefeito Antônio Gomide, do presidente da Câmara, Sírio Miguel, dos titulares das diretorias de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia e Agricultura e Abastecimento, diretamente envolvidas no trabalho, e de representantes de várias entidades parceiras.

Além do lançamento do projeto, o evento também concentrou discussões sobre o cerrado. Sobre o assunto, falou a engenheira e pesquisadora da Emater, Elaine Botelho, uma das maiores especialistas do setor. Também foram discutidas as principais demandas ambientais da cidade. A retirada da cobertura vegetal para o plantio da soja, o uso de agrotóxicos e o implemento de novas culturas foram os principais tópicos dos debates, conforme explicou o diretor de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Prefeitura de Anápolis, Luiz Henrique Fonseca.

O diretor de Ciência e Tecnologia, Fabrizio Ribeiro, também destacou a importância do encontro e destacou dois aspectos. Primeiro a discussão do Cerrado, com base no modelo econômico e tecnológico de hoje, que levou à degradação dos biomas. “Precisamos repensar esse modelo levando em conta a sustentabilidade econômica, tecnológica, ecológica, cultural e humana mesmo”, diz o diretor.

O outro elemento, segundo explica Fabrizio Ribeiro, é o projeto em si, sua formatação, que envolve o poder público municipal, a Saneago, UEG, UniEvangélica com seus quadros e a sociedade civil organizada com a Funcer, a ONG Epa Barro,a ACIA e a Base Aérea de Anápolis, que já desenvolve um projeto no setor chamado Cerne. “Vamos pegar as experiências, o capital humano de cada envolvido, compilar tudo para estabelecer ações bem definidas, com todo o resultado sendo de domínio público”, completa Fabrizio.

Prefeito
Para o prefeito Antônio Gomide o projeto lançado nesta sexta-feira representa uma forma eficaz de monitorar as bacias do município. Ele faz parte de um pacote de ações para melhorar a qualidade de vida do anapolino e que inclui o combate às erosões, construção de parques ambientais entre outros. “É importante que esse trabalho tenha partido daqui e encontrado importantes parcerias com universidades e instituições preocupadas com o desenvolvimento de projetos consistentes”, avalia o prefeito.

Antônio Gomide também destacou a sintonia e a integração entre os vários setores da administração municipal, o que, segundo ele, permite que as ações aconteçam de fato. “Neste caso específico temos três diretorias envolvidas e dentro de um bom entrosamento”, conclui. O prefeito ainda acrescenta que o evento que lançou o Monitoramento dos Recursos Hídricos de Anápolis também objetiva a atração de novos parceiros para o projeto.

Fonte: http://www.anapolis.go.gov.br/