sexta-feira, 29 de outubro de 2010

6ª FEIRA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

A Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação participou da 6ª Feira de Inovação Tecnológica – INOVATEC que aconteceu diante do desafio da construção de uma cultura inovadora no país a através de uma programação que recebeu uma série de eventos paralelos, que aconteceram dentro da feira: a 26ª edição da Inforuso, evento de informática e telecomunicações; o 7º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel; o 4º Congresso Brasileiro da Rede Brasileira de Tecnologia em Biodiesel; e o Projeto Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária, o 1º Congresso de Inovação Empresarial, promovido pela Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e outros.

A Inovatec é um ambiente que estimula o diálogo em torno da inovação visando disseminar uma cultura que acelere o processo de desenvolvimento de novas soluções tecnológicas e gerenciais em benefício da sociedade. O evento reúne os atores da inovação para a exposição de demandas empresarias e ofertas tecnológicas, criando oportunidades para o desenvolvimento de parcerias globais. Com o foco em "Inovação e Negócio", a 6ª edição da Inovatec reforçou a inovação como um elemento estratégico que potencializa a competitividade de um país, criando diferenciais no mercado nacional e internacional. Nesse contexto a Gerente de Inovação e Difusão Tecnológica da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação de Anápolis Luciane Puglisi Marreto participou do evento que aconteceu entre os dias 5 e 8 de outubro no Expominas em Belo Horizonte, Minas Gerais.

O evento possui como objetivos: Promover a integração entre empresas, instituições de ciência e tecnologia (ICT), pesquisadores e governo para o intercâmbio de novas tecnologias, processos, produtos e serviços inovadores; Gerar o desenvolvimento de novos negócios e projetos de pesquisa, para maior competitividade das empresas mineiras no Brasil e no mundo; Oferecer suporte para viabilizar novos projetos de inovação; Facilitar a obtenção de recursos financeiros para o desenvolvimento de projetos; Realizar encontros de inovação com o foco em pesquisa, negócio e sustentabilidade.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Carne do futuro pode ser artificial, diz cientista


Se você gosta de carne, corra para uma churrascaria, porque renomados cientistas acreditam que em 40 anos não haverá suculentos bifes para todo mundo. Muitos terão de comer carne produzida em laboratório.

A advertência faz parte de uma série de 21 artigos científicos encomendados pelo governo britânico para projetar a situação alimentar do mundo em 2050. As conclusões: a população será de 9 bilhões de pessoas, e o consumo per capita de alimentos também crescerá, principalmente nos países em desenvolvimento.

Por isso, será necessário aumentar muito a produção de alimentos. Haverá competição por terra e por água, e o preço da comida vai subir.

Nos últimos anos, a tecnologia ajudou. Técnicas de plantio, melhora nas sementes e controle de pragas aumentaram a produtividade.

Na pecuária, estudos genéticos, inseminações artificiais e redução de doenças fizeram os animais terem mais peso (30% a mais no caso das vacas desde 1960) e darem mais leite (30% a mais por vaca no mesmo período).

Chegará um momento, porém, em que preconceitos deverão ser deixados de lado. Aí entra a carne artificial, ou produzida em laboratório.

"A carne in vitro já se provou factível e pode ser produzida de uma forma mais saudável e higiênica que na pecuária atual", disse Philip Thornton, do Instituto Internacional de Pesquisas em Pecuária de Nairóbi, no Quênia.

Estudos sobre carne in vitro começaram há cerca de dez anos. Trata-se de retirar células de um animal vivo e fazer com que se reproduzam até virar tecido muscular. Em janeiro, europeus criaram carne de porco assim.

Curioso é que a discussão surja agora, quando o Reino Unido investiga se a carne de filhos de uma vaca clonada foi aos mercado sem aviso a autoridades e consumidores.

Para os cientistas, a necessidade poderá obrigar a população que hoje teme animais clonados a aceitar a carne produzida em laboratório

Fonte: Folha UOL

A COP 16 está chegando!!

A proxima Conferencia das Partes (COP-16) está marcada para novembro de 2010, no México, e a expectativa é de que muitos temas não claramente finalizados na conferencia passada (COP-15 - Copenhague) venham a ser definidas agora.

Diversos temas como: fundo de U$ 100 bilhoes, entrada do EUA, compromisso de redução da China serão re-avaliados!

Os mexicanos estão animadíssimos, na semana passada, organizações estão exigindo do governo para conseguir um acordo vinculante de redução de emissões.

Acesse o site da A.Fujimoto Consultoria e Projetos para mais informações.

E o Brasil como fica?

O Brasil, além das eleições que ocorrerá, possui uma grande tarefa que é começar a cumprir o Plano Nacional de Mudanças Climáticas, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As metas traçadas até 2020 pela lei são de reduzir as emissões de gases poluentes entre 36,1% e 38,9%.

“Já estamos promovendo discussões internas de como montar o processo de consultas e propostas a serem discutidas entre ministérios, setores produtivos e os estados. O detalhamento das ações será disposto por decretos e é nisso que vamos trabalhar agora”, informa a diretora de Mudanças Climáticas do MMA.

Além da nova legislação, o segundo inventário das emissões de gases no Brasil será concluído este ano.

No fim de 2009, uma síntese do material foi divulgada, mas sua finalização vai permitir projeções e desenhos de ações públicas compatíveis com a política do clima, o que é fundamental para que o plano tenha efeito prático. “O interessante é que a lei projeta planos setoriais e discrimina como os diversos setores devem caminhar para a consolidação de uma economia de baixo carbono”, diz Branca.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

IPCC

IPCC é o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, um órgão da Organização das Nações Unidas que nasceu em 1988 com o objetivo de avaliar e monitorar o clima mundial e suas alterações.
Composto por 130 países, o trabalho é realizado em 4 etapas e produzido por 3 grupos de trabalho. O primeiro é responsável pelo primeiro capítulo, que reúne evidencias científicas de que a mudança climática se deve a ação do homem, o segundo trata das conseqüências da mudança climática para o meio ambiente e para a saúde humana, o terceiro estuda maneiras de combater a mudança climática e prover alternativas de adaptação das populações e o quarto capítulo sintetiza as conclusões dos anteriores.
Em 2007 foi divulgado o primeiro relatório sobre mudanças climáticas se tornando este órgão referencia neste assunto. Outros relatórios foram lançados em 1990 quando foi criado a Convenção Quadro das Nações Unidas para Mudanças do Clima, em 1995 cujas discussões resultaram na adoção do Protocolo de Kyoto dois anos depois, em 2001 quando os cientistas afirmaram que as mudanças climáticas tinham 66% de chance de estar sendo provocada pela ação humana e em 2007 quando essa estimativa passou a ser de 90%.
O IPCC, no entanto concluiu que provavelmente o maior culpado pelas mudanças climáticas é o homem através da emissão de gases de efeito estufa. Deste modo os cientistas afirmam que até o final do século a temperatura irá aumentar entre 1,8ºC e 4ºC, 1/3 das espécies do mundo estará ameaço de desaparecer, as calotas polares irão derreter e o nível do mar irá elevar entre 18 cm e 58cm até 2.100 aumentando o número de refugiados ambientais e 1 bilhão de pessoas ficarão sem água potável.
A solução apontada pelo IPCC é que as emissões de gases de efeito estufa (GEE) devem ser reduzidas em quantidade significativa até 2.030.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Efeitos prejudiciais do sistema monetário vigente

Existem muitas desvantagens de usar esse velho método de troca para bens e serviços. Iremos considerar aqui apenas alguns e deixar você aumentar esta lista por si mesmo.
1. O dinheiro é apenas uma interferência entre o que um pessoa precisa e o que ela pode obter. Não é de dinheiro que as pessoas precisam, é de acesso aos recursos.
2. O uso de dinheiro resulta em estratificação social e elitismo baseados primeiramente em disparidades econômicas.
3. As pessoas não são iguais sem iguais poderes de compra.
4. A maioria das pessoas são escravas de empregos dos quais não gostam porque precisam de dinheiro.
5. Há uma tremenda corrupção, ganância, crime, fraude e muito mais por causa da necessidade de dinheiro.
6. A maioria das leis são decretadas em benefício das corporações, que tem dinheiro suficiente para praticar lobby, ou persuadir oficiais do governo a criarem leis que servem aos seus interesses.
7. Aqueles que controlam o poder aquisitivo possuem maior influência.
8. O dinheiro é usado para controlar o comportamento daqueles com poder de compra limitado.
9. Bens como alimentos são às vezes destruídos para manter os preços altos; quando as coisas são escassas os preços sobem.
10. Há um tremendo desperdício de material e abuso dos recursos disponíveis nas mudanças superficiais no design de produtos da moda todo ano a fim de se criar mercados contínuos para os fabricantes.
11. Há uma tremenda degradação ambiental devido ao custo elevado de métodos melhores de tratamento de lixo.
12. A Terra está sendo saqueada por lucro.
13. Os benefícios da tecnologia são somente distribuídos para aqueles com poder de compra suficiente.
14. E o mais importante, quando o fator principal da corporação é o lucro, as decisões em todas as áreas são feitas não em benefício das pessoas e do meio ambiente, mas primariamente para a aquisição de riqueza, propriedade e poder.

Visão do "Projeto Vênus" a respeito do dinheiro

Se todo o dinheiro do mundo fosse destruído, contanto que tivéssemos suficiente terra arável, as fábricas, os recursos necessários, e a equipe técnica, poderíamos construir qualquer coisa e até suprir com abundância. Durante a Grande Depressão, havia aspiradores de pó nas vitrines das lojas e automóveis nas concessionárias. A Terra ainda era o mesmo lugar. Apenas não havia nenhum dinheiro nas carteiras das pessoas e o poder de compra era muito pequeno. No início da Segunda Guerra Mundial, Os EUA tinham cerca de 600 aviões de combate de primeira classe. Nós rapidamente superamos esse suprimento limitado ao produzirmos mais de 90 mil aviões por ano. A questão no início da Segundo Guerra Mundial era: temos fundos o bastante para produzir os instrumentos de guerra necessários? A resposta era: não, não temos dinheiro ou ouro o bastante, mas temos recursos de sobra. Foram os recursos disponíveis e o pessoal técnico que possibilitou que os EUA atingissem a produção e eficiência precisos para vencer a guerra.

Parece que a verdadeira riqueza de qualquer nação são seus recursos naturais e seus habitantes que trabalham por um estilo de vida mais humano através da eliminação da escassez. Todos os sistemas sociais, independendo da filosofia política, crenças religiosas ou costumes sociais, em última análise, dependem dos recursos naturais -- isto é, ar e água limpos e regiões de terra arável -- e o equipamento industrial e pessoal técnico para um padrão elevado de vida. O sistema baseado em dinheiro foi projetado centenas de anos atrás e dificilmente é apropriado à nossa época. Nós ainda utilizamos o mesmo sistema antiquado, o qual é provavelmente responsável pelo maioria dos problema atuais. Eu estou certo de que até a pessoa mais rica de hoje estaria em condição muito melhor na sociedade energética que o Projeto Venus propõe.

Se todas as cidades fossem assim!